Ter uma doença crónica provoca alterações do nosso estado de espírito e
humor (tristeza, melancolia, angústia).
O
impacto perante a tomada de consciência da doença entristece-nos.
Podemos usar a imaginação ou a fantasia
para nos protegermos mas nem mesmo “estas” conseguem proteger-nos da verdade.
Por vezes, perante a verdade, deprimimos. “Olhamos para a fruteira e só
vemos a peça podre. Não conseguimos ver a restante fruta em boas condições e
pensamos que é uma má fruteira”.
Um sentimento que nos desassossega. Parece que se instala em nós
uma certa desvitalização. A motivação aparenta ter fugido de nós. O prazer das
e com as coisas quotidianas esbarra no tédio e na apatia.
Algo amargo que na penumbra se encosta. Que
nos compromete o corpo e a alma, vinda de fora para dentro ou de dentro para
fora. Uma dor angustiante que tememos.
Instala-se, algures, um certo desânimo. A tristeza que nos dilacera. Sentimo-nos mais frágeis e desgostosos. É como se ficássemos à deriva sem saber por quanto tempo vamos assim andar.
Nas diferentes correntes e marés, vamos mantendo-nos à superfície. Há muitos mergulhos nas profundezas mas o importante é vir ao de cima e voltar a ver o céu.
Por isso...como em tudo na vida, procuremos soluções e tentemos transpor obstáculos. Levantemos o rosto e o nosso olhar cruza o céu e absorve a luz.
Porque se deixarmos a tristeza muito tempo cá dentro, quando sair, mais levará de nós.
Instala-se, algures, um certo desânimo. A tristeza que nos dilacera. Sentimo-nos mais frágeis e desgostosos. É como se ficássemos à deriva sem saber por quanto tempo vamos assim andar.
Nas diferentes correntes e marés, vamos mantendo-nos à superfície. Há muitos mergulhos nas profundezas mas o importante é vir ao de cima e voltar a ver o céu.
Por isso...como em tudo na vida, procuremos soluções e tentemos transpor obstáculos. Levantemos o rosto e o nosso olhar cruza o céu e absorve a luz.
Porque se deixarmos a tristeza muito tempo cá dentro, quando sair, mais levará de nós.
Fotografia: Ilha da Berlenga |Peniche
Por: Maria Aires e Sofia Moreira
Através de Técnicas comportamentais - cognitivas e Psicodrama pretende-se ajudar o doente no seu processo de lidar com a doença para que se torne mais Autónomo, com melhoria da Auto-estima e, consequentemente, da Qualidade de Vida.
Contatos: 916088364 / 962657422
Skype: Compartir Doenças Crónicas
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Olá. OBRIGADA pelo seu testemunho. A tristeza faz parte da vida quer tenhamos ou não uma doença. Se a sentirmos não devemos renegar e nunca deixar de ver o copo meio cheio. Outros textos se seguirão no blog. Contamos com a sua atenção, leitura e comentários se assim desejar. Muito OBRIGADA, com os melhores cumprimentos, Sofia Moreira e Maria Aires
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